linha_topo.jpg


Existe uma distinção entre os diferentes tipos de integração:

  • Integração física: redução da distância física entre pessoas com e sem deficiência.
  • Integração social: aproximação psicológica e social com contatos espontâneos e regulares, estabelecendo-se laços afetivos.
  • Integração funcional: utilização dos mesmos meios e recursos disponíveis por pessoas com e sem deficiência.

Tomando como base essa classificação percebemos que o uso dos conceitos de inclusão ou integração é feito sem uma devida delimitação. Não raro, verificarmos o emprego da palavra inclusão para se referir apenas ao nível de integração física.

 

Barreiras enfrentadas pelos Deficientes Físicos quando buscam atendimento junto às empresas do setor de serviços.


Podemos dividir em dois grandes grupos os problemas com os quais os deficientes físicos se deparam: caráter macro, que norteiam a área da de atendimento como um todo; problemas de ordem micro que remetem especificamente a interação entre atendido e atendente.


Entre as dificuldades encontradas no nível macro é possível destacar:


- Desinformação por parte dos profissionais das áreas de atendimento


Falta de compreensão no que tange as características de cada deficiência. De modo geral, é possível inferir que ainda prevalece grande falta de entendimento sobre as possíveis limitações e não limitações de cada tipo de deficiência.


- Reações de negação à deficiência.


Muitas vezes o profissional responsável pelo atendimento nega ou ignora o portador de deficiência, agindo como se ele não tivesse nenhuma limitação. Ex:- O atendente diz ao cadeirante: esse problema o senhor só pode resolver no 2o andar. Sendo que o prédio não tem elevador.


- Reações de super proteção.


Outras vezes o profissional responsável pelo atendimento exagera na atenção concedida ao portador de deficiência, agindo como se ele não fosse capaz de fazer algumas coisas que ele é plenamente capaz. Ex: O atendente que ao invés de dar um documento para o deficiente auditivo alfabetizado ler, ele tenta transmitir por gestos o que está escrito no documento.


- Reações inadequadas.


Tratar um surdo como se ele fosse um deficiente metal, ou falar alto com um surdo. Tratar um cego como se ele fosse incapaz de compreender o que é dito, são alguns exemplos de formas inadequadas de interação.


 
 Recomendações gerais:

  • Não rotular pessoas com deficiência como pertencentes a um grupo homogêneo de cidadãos que partilham uma única personalidade como: “pessoas com deficiência são trabalhadores responsáveis, crianças com Síndrome de Down têm sempre muito carinho para oferecer ou todo jovem cego é um excelente massagista”.
  • Não superestimar pessoas com deficiência (transformando-as em super-heroínas) e nem subestimá-las (coitadinhas), porque em ambos os casos lhes tiram o direito à individualidade que transcende, sempre à deficiência.

CPDEC® - Desenvolvido por Dinamicsite 2006 - 2012